Títulos conversíveis: uma opção de investimento que é pouco explorada, mas que proporciona ganhos financeiros adicionais.

Uma combinação de estabilidade e crescimento, os títulos conversíveis possuem uma capacidade exclusiva de proporcionar segurança no mercado e beneficiar-se de movimentos positivos. Eles não são simplesmente mais uma alternativa de investimento, mas sim componentes essenciais para proteger seu portfólio e impulsionar seu crescimento.
Apesar de não serem tão famosos quanto os típicos títulos corporativos, os títulos conversíveis têm uma longa história que remonta a alguns séculos atrás. Inicialmente emitidos no século XIX por empresas de canal e ferrovia no Reino Unido e nos EUA para financiar seus novos projetos, os títulos conversíveis têm se tornado mais populares recentemente.
Esses títulos híbridos, que possuem semelhanças com títulos tradicionais, podem ser adequados para determinados portfólios de investidores individuais devido à sua baixa correlação com outros ativos.

O que diferencia as obrigações conversíveis de outros investimentos é sua resposta diferente às condições do mercado. Isso significa que essas obrigações podem oferecer certa proteção em períodos de queda do mercado, ao mesmo tempo em que permitem aproveitar os mercados em alta.
Paráfrase: Gráfico 1: Desvendando o potencial lucrativo – Os conversíveis proporcionam retornos atraentes com riscos equilibrados entre crédito e ações.

O Sharpe Ratio é uma métrica empregada para analisar o desempenho de um investimento ou carteira levando em consideração o risco.
A estrutura de um carro conversível
Em sua configuração usual, um título conversível é basicamente um título de dívida corporativa que gera juros, porém inclui uma opção que possibilita ao detentor converter o título em ações da empresa emissora em um momento determinado. No vencimento, o título conversível vale o valor de resgate do título, caso o detentor não tenha optado pela conversão em ações, ou o valor de mercado das ações em que o título foi convertido.
Existem diversas motivações que levam um investidor a optar por transformar uma obrigação conversível em ações. Essas razões podem incluir mudanças nos preços das ações, questões de dividendos, contexto de mercado e a busca por direitos de voto, bem como a visão estratégica do investidor em relação à empresa.
Os títulos conversíveis possuem um perfil de pagamento desigual, oferecendo estabilidade combinada com a chance de lucros. A proteção proporcionada pelo piso de ligação impede grandes quedas no preço do título, ao passo que a opção de ações permite aos detentores potencialmente se beneficiarem de valorizações no estoque.

Além do formato convencional, os títulos conversíveis podem incluir recursos adicionais de resgate. Estes podem possibilitar que a empresa que emitiu o título o recompre antes do vencimento, geralmente a um preço pré-determinado, ou conceder ao investidor o direito de vender o título de volta ao emissor por um preço específico antes do vencimento. Essas características oferecem maior flexibilidade tanto para a empresa emissora quanto para o detentor do título.
Os carros conversíveis proporcionam segurança e uma fonte adicional de receita.
Os conversíveis valorizam-se quando o valor das ações subjacentes aumenta, mas quando essas ações caem, o valor dos conversíveis também cai, porém em menor proporção devido ao piso de ligação que serve como um preço mínimo de segurança.
Enquanto a empresa que emitiu o título conversível continuar a honrar suas responsabilidades de dívida, o valor do título permanecerá pelo menos no mesmo nível do valor de referência, não importando o quanto o preço das ações caia. Nessas circunstâncias, os títulos conversíveis funcionam de forma semelhante a um título tradicional, proporcionando proteção de capital ao investidor.
Além disso, uma vez que a maioria dos títulos conversíveis são considerados títulos seniores não seguros, eles têm uma classificação mais alta na estrutura de capital em comparação com outros títulos e ações. Isso indica que, em situações de liquidação, os detentores de títulos conversíveis são prioritários em relação aos detentores de títulos de menor classificação na estrutura de capital, o que proporciona uma proteção extra ao capital investido.
Os conversíveis são menos sensíveis do que as ligações tradicionais ao aumento das taxas de juros devido às suas durações mais curtas e à presença de uma opção de equidade que responde positivamente a esse aumento. Essa opção de equidade também protege os conversíveis em períodos de maior volatilidade, quando os preços das ações estão em declínio, pois seu valor aumenta com a volatilidade.
Na esfera financeira, os títulos conversíveis proporcionam pagamentos de juros que podem garantir uma fonte de renda constante, o que os torna atrativos para investidores em busca de crescimento e renda. A taxa de juros em um título conversível costuma ser mais baixa do que a de um título convencional emitido pela mesma entidade, refletindo o potencial de valorização das ações. Apesar disso, essa troca é geralmente aceitável para investidores que apreciam a combinação de geração de renda, potencial de valorização do capital e proteção contra perdas que os títulos conversíveis oferecem.
Resumo.
Devido às características especiais dos conversíveis, eles proporcionam aos investidores benefícios tanto do mercado de ações quanto do mercado de renda fixa, oferecendo proteção por um nível de preço mínimo, o que se espera que resulte em retornos intermediários entre ações e títulos, dada a proteção contra perdas e a renda proporcionada pelos títulos, juntamente com a sensibilidade aos aumentos nos preços das ações.
Dessa forma, as ligações conversíveis representam uma opção viável para investidores interessados em se expor ao potencial de valorização de ações, porém de maneira mais cautelosa, além de receberem pagamentos de juros. Elas podem ser consideradas como uma adição atrativa à sua carteira de investimentos.

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